Lagos marca presença no Observe Summit 2025 e traz para o Brasil as principais discussões globais sobre cultura digital e Social Intelligence
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Fale ConoscoA Lagos participou do “Observe Summit 2025” em Los Angeles, um dos maiores encontros internacionais dedicados à cultura digital, comportamento social e futuro da Social Intelligence e do Social Listening. Representada por Bárbara Silva e Irma Corado, a equipe mergulhou em dois dias de debates que reuniram líderes e especialistas de empresas como TikTok, Disney, Uber, Hershey’s, Lenovo, Paramount, Starbucks, Nestlé, Weber Shandwick, Hootsuite e The Social Studies Group.
O evento reforçou por que o Observe Summit se tornou uma das principais referências globais para quem trabalha com análise de dados de redes sociais, tendências culturais e estratégias orientadas por comportamento. Para a Lagos, participar do encontro significa acompanhar de perto a evolução das metodologias e das tecnologias que moldam o mercado e impulsionam decisões mais inteligentes para empresas e governos.
Insights que marcaram a participação da Lagos no Observe Summit 2025
Durante o evento, temas essenciais para o futuro da cultura digital foram discutidos em painéis que conectaram tecnologia, comportamento, social listening e social intelligence. Entre os destaques acompanhados pela equipe Lagos, estiveram:
Fandoms e cultura digital
As conversas mostraram como comunidades organizadas moldam narrativas, impulsionam engajamento e transformam a forma como as audiências se relacionam com marcas, instituições e conteúdos.
Foresight aplicado e leitura antecipada de tendências
Especialistas apresentaram métodos de análise para identificar sinais culturais antes de se tornarem pauta. Essa abordagem se tornou ainda mais importante em um cenário em que velocidade, ruído e desinformação influenciam decisões estratégicas.
Análise de vídeos como inteligência estratégica
Os painéis destacaram por que os vídeos virais continuam sendo uma das principais fontes de insights sobre comportamento coletivo e como esses sinais podem orientar estratégias competitivas.
Humanos e IA
Uma discussão central do Summit foi a importância da inteligência humana como ferramenta fundamental para manter a inteligência artificial contextualizada, ética e alinhada à realidade social. A frase de Aadil Mohamed ecoou ao longo do evento ao reforçar que a inteligência artificial só gera valor quando serve às pessoas.
Ecossistemas culturais e competição estratégica
Em vez de olhar apenas para personas, a leitura de ecossistemas culturais foi apresentada como chave para compreender repertórios coletivos, identificar tensões e impulsionar a diferenciação competitiva.
Futuro da profissão em Social Intelligence
Foram discutidas as habilidades emergentes para atuar em um campo que exige domínio de cultura, tecnologia, metodologia e leitura social integrada.
Presença da Lagos no Observe Summit 2025 sinaliza alinhamento com tendências globais para empresas e governos
Ao participar do Observe Summit, a Lagos reforça seu compromisso com metodologias globais, análises robustas e aplicação estratégica da inteligência social. A imersão no evento fortalece áreas essenciais para os projetos da empresa, como:
- análise e interpretação de dados de redes sociais;
- relatórios inteligentes;
- social listening aplicado a decisões estratégicas;
- leitura de cultura digital e tendências;
- comunicação pública e institucional baseada em evidências;
- insights competitivos para marcas.
Trazer esses aprendizados para o Brasil significa oferecer ao mercado público e privado uma visão atualizada sobre comportamento social e cultura digital, com metodologias capazes de transformar dados em decisões mais inteligentes.
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A proposta de fortalecimento do Marco Regulatório do ESG para o Desenvolvimento Sustentável (MRESG) foi uma das iniciativas priorizadas pela sociedade durante a Etapa Digital da 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Realizada por meio da Plataforma Brasil Participativo, do Governo Federal, a votação popular consolida a urgência de uma governança baseada em dados e segurança jurídica no país. Construída originalmente durante a etapa livre “Legado Kofi Annan: Governança, Sustentabilidade e Impacto no Brasil”, a proposta agora passa a integrar formalmente o conjunto de temas debatidos na etapa nacional da Conferência, em Brasília. O projeto se consolida como uma das principais contribuições técnicas voltadas ao aperfeiçoamento da governança sustentável brasileira e ao cumprimento da Agenda 2030. O que é o Marco Regulatório do ESG (MRESG)? A iniciativa parte do entendimento de que o avanço das agendas ESG (Ambiental, Social e Governança) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável exige maior integração entre normas, políticas públicas, instrumentos regulatórios e mecanismos de monitoramento já existentes nas diferentes esferas de governo e setores da sociedade. O MRESG foi concebido como uma estrutura orientadora voltada à promoção de: Segurança jurídica: alinhamento normativo para atrair investimentos sustentáveis e reduzir riscos regulatórios. Previsibilidade regulatória: criação de diretrizes claras para o planejamento de longo prazo de empresas e órgãos públicos. Alinhamento institucional: mitigação de sobreposições normativas e ampliação da efetividade das políticas públicas em escala nacional. A discussão ganha ainda mais relevância diante do crescimento das exigências nacionais e internacionais relacionadas à transparência, governança corporativa, gestão climática, responsabilidade social, finanças sustentáveis e prestação de contas em temas ESG. Articulação multissetorial e transparência de dados A proposta busca fortalecer a articulação entre governo, setor produtivo, academia, órgãos de controle, sistema de justiça e organizações da sociedade civil. O objetivo central é criar um ambiente favorável à construção de indicadores comuns, métricas compatíveis e instrumentos de acompanhamento alinhados à Agenda 2030 da ONU. Entre os aspectos técnicos contemplados pelo projeto estão: Simplificação de processos burocráticos; Harmonização de referências técnicas e métricas de sustentabilidade; Integração entre diferentes marcos regulatórios vigentes; Promoção de coerência entre estratégias públicas e privadas de desenvolvimento sustentável. Com a priorização obtida na Plataforma Brasil Participativo, a proposta amplia sua legitimidade social e passa a integrar o processo nacional de construção de recomendações estratégicas para o futuro da sustentabilidade no Brasil. A atuação da Lagos Data Intelligence na relatoria técnica A relatoria e a sistematização técnica das contribuições apresentadas durante a etapa livre estão vinculadas à especialista Bárbara Silva, Chief Data Officer (CDO), e à equipe de analistas da Lagos Data Intelligence. A atuação da Lagos reflete a sua especialidade em traduzir dinâmicas complexas, dados sociais e debates regulatórios em inteligência estratégica. Ao liderar a organização técnica desta proposta, a empresa reforça seu posicionamento na interseção entre ciência de dados, políticas públicas e governança sustentável, garantindo que as demandas da sociedade sejam estruturadas sob rigor metodológico. Outras propostas priorizadas da etapa “Legado Kofi Annan” Além do fortalecimento do MRESG, a mobilização social na etapa livre validou outras iniciativas essenciais para a governança de dados e sustentabilidade no país: SICV Brasil: reconhecimento do Sistema de Inventário de Ciclo de Vida como plataforma nacional de dados sustentáveis. Conselho Permanente de Alinhamento: consolidação do órgão de parametrização entre práticas ESG e os ODS. Dia Internacional do ESG: reconhecimento do dia 8 de abril como data oficial para o Desenvolvimento Sustentável. Educação para Sustentabilidade: incorporação do ESG como instrumento de prosperidade e formação educacional. Casos Práticos (Cases de Sucesso): valorização de implementações reais da agenda ESG como mecanismos de aceleração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O avanço dessas propostas rumo à etapa nacional da Conferência dos ODS reafirma o valor da inteligência de dados, da análise contextualizada e do desenho de políticas públicas robustas como fundamentos para a transformação sustentável contemporânea. -
Saiba maisA Lagos Data Intelligence celebra o reconhecimento internacional de Bárbara Silva, Chief Data Officer da empresa, como vencedora do SI Insider 50 – Insightful Innovators 2026, premiação concedida pelo The Social Intelligence Lab, uma das principais referências globais em Social Intelligence e Social Listening. O Social Intelligence Insider 50 Reveal é o momento em que o setor reconhece profissionais que estão moldando a forma como dados sociais, cultura digital e comportamento online são compreendidos e aplicados em decisões estratégicas. A lista reúne 50 nomes considerados os mais influentes do mundo na área de inteligência social, a partir de um processo de indicação, análise técnica e avaliação por um júri internacional formado por líderes da indústria. Entre 400 pessoas inscritas, 39% estavam na mesma categoria que a Bárbara. Isso significa que, só nessa etapa, a concorrência já era intensa. Mas o que torna essa indicação ainda mais significativa é o processo por trás dela. A votação é feita por profissionais atuantes no mercado, gente que vive isso todos os dias e sabe reconhecer quem está fazendo a diferença. Depois disso, a escolha final fica nas mãos dos jurados do The Si Lab, um grupo formado por nomes de destaque e liderança no setor, pessoas cuja opinião molda tendências e referencia caminhos. Reconhecimento internacional em Social Intelligence A categoria Insightful Innovators destaca profissionais que conectam dados, contexto social e leitura cultural para produzir análises que vão além do volume e do engajamento. O reconhecimento recebido por Bárbara Silva valoriza uma abordagem que integra métodos quantitativos de larga escala com interpretação qualitativa das conversas digitais, respeitando linguagem, enquadramentos, dinâmicas de visibilidade e silêncios. Segundo o The Social Intelligence Lab, o SI Insider 50 reconhece pessoas que lideram o desenvolvimento da Social Intelligence aplicada a negócios, políticas públicas, comunicação e cultura digital, ampliando a capacidade de organizações compreenderem comportamentos online de forma responsável. A atuação de Bárbara Silva na Lagos Data Intelligence Na Lagos Data Intelligence, Bárbara atua na interseção entre dados, comportamento social, comunicação e políticas públicas. Sua formação em Sociologia e Políticas Públicas orienta uma leitura dos ambientes digitais como extensões da esfera pública, onde disputas simbólicas, emoções coletivas e relações de poder se manifestam de forma dinâmica. Essa abordagem se conecta diretamente à metodologia de cartografia cultural, aplicada pela Lagos para mapear ecossistemas sociais, identificar padrões de comportamento e traduzir conversas fragmentadas em inteligência estratégica. O foco está em compreender não apenas o que é dito, mas por quem, em quais contextos e com quais possíveis efeitos. Social Intelligence como escuta qualificada Um dos pilares do trabalho reconhecido pelo SI Insider 50 é a atenção às ausências e silêncios nas conversas digitais. Em muitos contextos, a falta de participação visível não representa desinteresse, mas reflete custos sociais de exposição, fadiga informacional ou percepção de ambientes digitais pouco acolhedores. Essa leitura amplia o uso do social listening como ferramenta estratégica para marcas, organizações e governos, evitando interpretações simplificadas baseadas apenas em volume, alcance ou engajamento. Impacto para a Lagos e para o mercado O reconhecimento de Bárbara Silva reforça o posicionamento da Lagos Data Intelligence como uma empresa alinhada às principais discussões globais sobre Social Intelligence, cultura digital e análise de comportamento. A premiação evidencia a importância de métodos que combinam tecnologia, ciência social e responsabilidade analítica na produção de insights. Para a Lagos, esse destaque internacional fortalece o compromisso com análises que respeitam a complexidade social, apoiam decisões informadas e ampliam a capacidade de leitura estratégica em ambientes digitais cada vez mais complexos. Sobre o SI Insider 50 O SI Insider 50 é uma iniciativa anual do The Social Intelligence Lab que reconhece profissionais em categorias como Insightful Innovators, Bold Brands, Changemakers, Pioneers e Rising Stars. O evento celebra a comunidade global de Social Intelligence e destaca vozes que influenciam a forma como o mundo entende dados, comportamento e cultura digital. O reconhecimento de Bárbara Silva como Winner 2026 reafirma o valor da escuta qualificada, da análise contextualizada e da leitura cultural como fundamentos da inteligência social contemporânea.
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A Lagos Data Intelligence marcou presença no Big Data & AI Brazil Experience 2025, um dos maiores eventos da América Latina sobre inteligência artificial, análise de dados e inovação. Durante o evento, a equipe participou de painéis e palestras que abordaram a transformação da análise de dados com IA conversacional, o papel da modelagem estatística em cenários complexos e os novos caminhos da liderança em dados. A participação reafirma o compromisso da Lagos com a interseção entre tecnologia, ciência de dados e tomada de decisão estratégica. IA conversacional transforma análise de dados em mídia e marketing Acompanhamos o debate sobre IA conversacional em dados de mídia e marketing, com foco nos desafios de atribuição, tagueamento e integração interdisciplinar. A discussão trouxe pontos técnicos relevantes sobre a necessidade de dados consistentes para garantir a eficácia de modelos estatísticos aplicados a campanhas de mídia e marketing. Uma das painelistas, destacou a complexidade da atribuição, inclusive em ambientes de aplicativo, e os impactos negativos causados por falhas em UTM e jobs automatizados. Ela também ressaltou o uso de Looker com Turbo AI e GA4 como ferramentas que viabilizam análises conversacionais, facilitando a identificação de quedas de conversão e otimizando a resolução de problemas relacionados a tagueamento. Outra painelista apresentou a aceleração das análises qualitativas e quantitativas nos últimos dois anos com IA, citando ferramentas como Gemini, Ognote e Notebook, que têm ampliado a capacidade de síntese e produção de entregas como infográficos e relatórios multimodais. Já outra participante chamou a atenção para a mudança no papel do analista de dados, que agora precisa articular conhecimentos de produto, UX e negócios para gerar valor em um ambiente onde os insights estão cada vez mais automatizados. O uso extensivo de ferramentas como Canva AI e Notebook evidencia essa transição. Modelagem estatística como ferramenta crítica diante da IA A palestra sobre Modelagem Estatística vs. IA e Aplicações Práticas, que contrapôs as capacidades de predição da IA com os recursos de inferência, interpretabilidade e quantificação de incertezas fornecidos por modelos estatísticos. Três casos práticos exemplificaram essas aplicações: Melhoramento genético em plantas e animais com modelagem de correlação genética e variáveis aleatórias genotípicas; Teoria de Resposta ao Item no ENEM, com variáveis latentes e estimativas de habilidade (teta); Ensaio clínico sobre depressão, combinando dados funcionais (curvas de EEG) e dados escalares (sexo, cronicidade). A palestrante ressaltou que dados censurados, amostras pequenas e estruturas de correlação complexas demandam modelagem estatística, pois muitas dessas situações não são bem resolvidas apenas por algoritmos de IA. Além disso, reforçou a importância da reprodutibilidade e da atuação humana para interpretar e validar resultados. Liderança em dados e o impacto da IA generativa O painel sobre Liderança em Dados e IA Generativa contou com a participação de líderes de empresas como Grupo Boticário, iFood e Hotmart. A conversa abordou as mudanças no papel do líder de dados em um cenário impactado por IA generativa, como dashboards interativos e automação de QA de produto. Uma das palestrantes defendeu a necessidade de tratar dados como produto, com foco em resolver dores reais de negócio. Outra argumentou que a liderança deve gerenciar a ansiedade da equipe diante da IA, promovendo aprendizado prático e contínuo. E outra painelista completou destacando que a liderança se mede pelo sucesso do time, não por entregas individuais. A IA foi apresentada como aliada para aumentar a eficiência, criar novos produtos de dados e apoiar o desenvolvimento da equipe. O uso de ferramentas como ChatGPT, pipelines automatizados e agentes de apoio já é realidade em empresas líderes. Produtos de dados: mais do que dashboards Especialistas de empresas como Itaú e Netflix discutiram o que caracteriza um produto de dados e como ele pode escalar valor para o negócio. Foram apresentadas três categorias: Data as a Service: dados brutos por API; Data Products: dashboards e relatórios automatizados; AI Products: modelos de machine learning como motores de recomendação. A discussão reforçou que um produto de dados precisa ser útil, utilizável e utilizado e que a governança, qualidade e reuso são elementos essenciais para evitar soluções ineficazes. A medição de sucesso envolve tanto métricas técnicas quanto de negócio, como aumento de receita e redução de custos. Storytelling com dados e o futuro da profissão Em outro momento do evento, duas painelistas abordaram o storytelling com dados. Elas destacaram que dados isolados não geram valor sem contexto e que o verdadeiro diferencial está na capacidade de criar narrativas coerentes para orientar decisões. Mais de 80% das empresas já usam IA ou dados, mas poucas conseguem extrair valor real. A análise de dados deve estar presente em todos os níveis da organização, do estratégico ao operacional. Reflexão sobre IA, ética e futuro Fechando a participação da Lagos no evento, trouxe uma reflexão crítica sobre IA, ética e o risco da recursividade. Foi discutido como modelos treinados em dados gerados por outras IAs podem entrar em colapso informacional, prejudicando a diversidade de resultados. O alerta sobre o papel humano na curadoria, imaginação e decisão estratégica foi central. A palestrante propôs que, para evitar um futuro dominado por automatismos, é necessário preservar a autonomia criativa e a responsabilidade ética. -
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A transformação digital na comunicação política, pública e institucional ganhou um novo capítulo com o 2º Fórum Persona Summit – Comunicação Política e Institucional com Estratégia, realizado em Natal (RN) no Praiamar Arena. O evento, promovido pela Persona Marketing, empresa do Grupo Fácil Comunicação, reuniu especialistas de todo o país para discutir os caminhos e desafios da comunicação estratégica em um cenário cada vez mais orientado por dados, tecnologia e inteligência artificial. O que foi o Persona Summit 2025 Com mais de 20 palestras e painéis, o Persona Summit abordou temas que atravessam toda a cadeia da comunicação contemporânea: do marketing político e gestão de crise à prestação de contas dos mandatos, passando por tráfego pago, IA aplicada, comunicação governamental, assessoria de imprensa e pesquisas quantitativas e qualitativas. Entre os debatedores e palestrantes estiveram nomes como Bruno Hoffmann (CAMP), Fred Perillo (MG), Gisele Meter (PR), Marcello Natale (SC), Nani Blanco (RO) e Lucas Pimenta (SP). Também participaram gestores públicos e representantes de câmaras municipais e tribunais regionais eleitorais, o que reforçou o caráter transversal do encontro entre comunicação política, institucional e governamental. Organizado pela Persona Marketing, que há 23 anos atua no mercado de comunicação integrada e acumula 45 campanhas eleitorais vitoriosas, o evento contou com apoio do CAMP (Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político). Lagos no Persona Summit: dados que revelam a comunicação dos governos estaduais A Lagos marcou presença no Persona Summit com a apresentação do relatório O Brasil que Comunica, um estudo inédito que analisou 136,9 mil publicações feitas por 27 governos estaduais em cinco redes sociais. O relatório oferece uma radiografia detalhada da comunicação pública digital brasileira, com base em dados coletados durante o ano de 2024. O levantamento mostrou que Cultura e Turismo lideram as pautas governamentais nas redes, enquanto temas como Relação com Legislativo e Judiciário ainda são pouco explorados. Em termos de plataformas, o X/Twitter mantém-se como principal canal, com 55,4 mil postagens, seguido por Instagram, Facebook, YouTube e TikTok — este último ainda ausente em quatro estados. Quando observados os territórios, apenas 34% dos municípios brasileiros foram mencionados nas redes dos governos estaduais. No entanto, o Nordeste se destacou com 39% dos municípios citados, um índice 5 pontos percentuais acima da média nacional. Esses números reforçam a importância de compreender a distribuição da atenção digital e de construir estratégias de comunicação que dêem visibilidade equilibrada aos territórios e às pessoas. Comunicação pública baseada em dados Os painéis e debates do Persona Summit confirmaram uma tendência: comunicar é mais do que publicar. É entender o público, analisar dados e transformar informação em diálogo estratégico. Foi com essa visão que a Lagos apresentou como dados públicos podem ser convertidos em conhecimento acionável, apoiando governos e instituições na tomada de decisões informadas. Um novo olhar para a comunicação política e institucional O Persona Summit consolidou-se como um ponto de convergência entre estratégia, dados e inovação. O evento apresentou insights sobre como a inteligência de dados e as novas tecnologias estão moldando a forma como governos e instituições se comunicam com seus públicos. Para a Lagos, estar presente foi mais do que representar a marca. Foi reafirmar o compromisso com uma comunicação pública baseada em evidências e em inteligência analítica. Acreditamos que o futuro da comunicação está na união entre dados, propósito e narrativa — uma combinação que gera impacto real na forma como as instituições se conectam com a sociedade. Lagos: dados que transformam comunicação em estratégia A Lagos transforma dados públicos em conhecimento estratégico. Através da criação de relatórios analíticos e mapas de presença digital, ajudamos empresas, governos e instituições a compreenderem seu impacto, identificarem oportunidades e planejarem ações com base em evidências concretas. Os relatórios produzidos pela equipe da Lagos — como O Brasil que Comunica — são ferramentas essenciais para monitorar resultados, entender o comportamento digital e otimizar a comunicação pública em escala nacional. No Persona Summit 2025, reforçamos nossa missão: dados não são apenas números, são histórias que orientam decisões e fortalecem conexões. -
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Politics & Sustainability ESG Thermometer in the National CongressWe mapped more than 1,700 bills currently under discussion in Congress that directly impact Brazil’s environmental, social, and governance future.A total of 360 environmental bills, 1,300 social bills, and 74 governance bills were analyzed in detail. This report was developed in partnership with Nação Consultoria and shows how the Legislative Branch is shaping the ESG landscape in the country.Want to understand how these proposals can affect your business, investments, and society? Read the full report!➡️ Politics and Sustainability ESG Thermometer in the National Congress -
Saiba maisNos últimos anos, a América Latina tem demonstrado um avanço significativo na forma como governos, empresas e instituições utilizam os dados para gerar valor público e tomar decisões mais inteligentes. Um dos marcos recentes dessa transformação foi o evento América Aberta, que reuniu líderes da região para discutir o futuro da governança de dados. O evento é, na verdade, um conjunto de eventos. O América Aberta reunirá uma série de eventos nacionais e internacionais, como o ABRELATAM/CONDATOS, o CODA.Br, a Semana Dados BR e o Encontro de Governo Aberto. O evento é organizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pela Open Knowledge Brasil (OKBR), com apoio de outras organizações como o BID e a OEA. Nós estivemos presente na última edição do evento e trouxemos neste artigo os principais destaques, aprendizados e tendências discutidas. Um conteúdo que reforça nosso compromisso com a inovação, a colaboração e o desenvolvimento de soluções inteligentes para os desafios da América Latina. O que é o América Aberta? É um dos principais fóruns latino-americanos sobre governo aberto, transformação digital e uso estratégico de dados. Realizado com apoio de instituições como a Open Government Partnership (OGP) e a Cepal, o evento tem como objetivo fortalecer redes de colaboração entre países e fomentar políticas públicas mais eficientes e transparentes. Mais do que um evento, o América Aberta é um ponto de encontro entre tomadores de decisão, especialistas em dados, acadêmicos e representantes da sociedade civil de toda a América Latina e do Caribe. Em sua última edição, os debates giraram em torno da governança de dados, inteligência artificial, interoperabilidade, acesso à informação e participação cidadã. O que os líderes estão dizendo? Entre os destaques do evento, surgiram vozes potentes sobre a necessidade de acelerar a transformação digital no continente, sempre com foco em inclusão, ética e impacto social. Líderes governamentais reforçaram a urgência de implementar políticas de dados mais estruturadas, que vão além da transparência passiva e se transformam em mecanismos ativos de inovação pública. Já representantes do setor privado, como startups e empresas de tecnologia, destacaram o potencial dos dados para criar soluções em escala regional, desde serviços financeiros até políticas de saúde e mobilidade urbana. A heterogeneidade dos países da América Latina exige abordagens flexíveis, e esse foi um ponto comum nos painéis: não há uma fórmula única. É preciso respeitar as realidades locais sem abrir mão de padrões comuns de interoperabilidade e proteção de dados. A importância da colaboração regional Um dos consensos mais fortes do América Aberta foi a necessidade de colaboração entre governos, setor privado e academia. A construção de um ecossistema de dados saudável só é possível com confiança, infraestrutura compartilhada e marcos regulatórios claros. A criação de plataformas de dados abertos, investimentos em educação digital e a adoção de tecnologias como IA e machine learning foram apontadas como caminhos para tornar a América Latina mais competitiva no cenário global. Durante o evento, diversas iniciativas regionais de sucesso foram apresentadas, provando que a colaboração já está dando frutos. Casos como os observatórios de dados sobre clima, saúde e educação, além de parcerias entre universidades e governos locais, mostram que é possível alinhar propósito com inovação. Estarmos presentes no América Aberta foi mais do que acompanhar tendências, foi colaborar ativamente com o ecossistema de dados da América Latina. Nossa equipe participou e presenciou discussões estratégicas, reforçando nosso compromisso com o uso responsável, ético e eficiente dos dados para transformar realidades. Como parte de nossa missão, continuamos investindo em soluções de inteligência de dados que ajudam empresas e governos a tomar decisões melhores. Também acreditamos no poder da formação contínua e da troca de experiências para acelerar o desenvolvimento regional.
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O maior prêmio de Relações Institucionais e Governamentais do Brasil A Lagos foi reconhecida com o Prêmio Marco Maciel, concedido pela ABRIG, na categoria RIG em Organização Privada ou Mista. Trata-se da maior premiação de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) do Brasil, que destaca cases de impacto e referência no setor. Instituído em 2017, o Prêmio Abrig Marco Maciel: Diálogo, Ética e Transparência nas Relações Público-Privadas já reconheceu mais de 100 cases de sucesso, consolidando-se como uma das principais iniciativas para valorizar práticas baseadas em ética, transparência, diálogo e responsabilidade social. Nosso case vencedor: Política e Sustentabilidade O case vencedor da Lagos foi o relatório “Política e Sustentabilidade: Termômetro ESG no Congresso Nacional”, que analisou: Mais de 1.500 proposições legislativas; O posicionamento de parlamentares nas redes sociais; Os avanços regulatórios ligados aos pilares Ambiental, Social e de Governança (ESG). Esse trabalho reforça o compromisso da Lagos em transformar dados em inteligência, fortalecendo a democracia e apoiando relações público-privadas mais responsáveis. Sobre o Prêmio Marco Maciel O Prêmio Abrig Marco Maciel foi criado em 2017, em comemoração aos 10 anos da ABRIG. Desde a primeira edição, realizada em 2018, já reconheceu mais de 100 cases de sucesso em diferentes categorias, contemplando organizações públicas, privadas, mistas, entidades da sociedade civil e movimentos sociais. -
Saiba maisPolítica & Sustentabilidade Termômetro ESG no Congresso Nacional Mapeamos mais de 1.700 projetos de lei em tramitação no Congresso que impactam diretamente o futuro ambiental, social e de governança do Brasil. São 360 PLs ambientais, 1.300 sociais e 74 de governança analisados em detalhes. Este relatório foi feito em parceria com a Nação Consultoria e mostra como o Legislativo está moldando o cenário ESG no país. Quer entender como essas propostas podem afetar seu negócio, investimentos e a sociedade? Leia na íntegra! Política e Sustentabilidade Termômetro ESG no Congresso Nacional