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A proposta de fortalecimento do Marco Regulatório do ESG para o Desenvolvimento Sustentável (MRESG) foi uma das iniciativas priorizadas pela sociedade durante a Etapa Digital da 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Realizada por meio da Plataforma Brasil Participativo, do Governo Federal, a votação popular consolida a urgência de uma governança baseada em dados e segurança jurídica no país. Construída originalmente durante a etapa livre “Legado Kofi Annan: Governança, Sustentabilidade e Impacto no Brasil”, a proposta agora passa a integrar formalmente o conjunto de temas debatidos na etapa nacional da Conferência, em Brasília. O projeto se consolida como uma das principais contribuições técnicas voltadas ao aperfeiçoamento da governança sustentável brasileira e ao cumprimento da Agenda 2030. O que é o Marco Regulatório do ESG (MRESG)? A iniciativa parte do entendimento de que o avanço das agendas ESG (Ambiental, Social e Governança) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável exige maior integração entre normas, políticas públicas, instrumentos regulatórios e mecanismos de monitoramento já existentes nas diferentes esferas de governo e setores da sociedade. O MRESG foi concebido como uma estrutura orientadora voltada à promoção de: Segurança jurídica: alinhamento normativo para atrair investimentos sustentáveis e reduzir riscos regulatórios. Previsibilidade regulatória: criação de diretrizes claras para o planejamento de longo prazo de empresas e órgãos públicos. Alinhamento institucional: mitigação de sobreposições normativas e ampliação da efetividade das políticas públicas em escala nacional. A discussão ganha ainda mais relevância diante do crescimento das exigências nacionais e internacionais relacionadas à transparência, governança corporativa, gestão climática, responsabilidade social, finanças sustentáveis e prestação de contas em temas ESG. Articulação multissetorial e transparência de dados A proposta busca fortalecer a articulação entre governo, setor produtivo, academia, órgãos de controle, sistema de justiça e organizações da sociedade civil. O objetivo central é criar um ambiente favorável à construção de indicadores comuns, métricas compatíveis e instrumentos de acompanhamento alinhados à Agenda 2030 da ONU. Entre os aspectos técnicos contemplados pelo projeto estão: Simplificação de processos burocráticos; Harmonização de referências técnicas e métricas de sustentabilidade; Integração entre diferentes marcos regulatórios vigentes; Promoção de coerência entre estratégias públicas e privadas de desenvolvimento sustentável. Com a priorização obtida na Plataforma Brasil Participativo, a proposta amplia sua legitimidade social e passa a integrar o processo nacional de construção de recomendações estratégicas para o futuro da sustentabilidade no Brasil. A atuação da Lagos Data Intelligence na relatoria técnica A relatoria e a sistematização técnica das contribuições apresentadas durante a etapa livre estão vinculadas à especialista Bárbara Silva, Chief Data Officer (CDO), e à equipe de analistas da Lagos Data Intelligence. A atuação da Lagos reflete a sua especialidade em traduzir dinâmicas complexas, dados sociais e debates regulatórios em inteligência estratégica. Ao liderar a organização técnica desta proposta, a empresa reforça seu posicionamento na interseção entre ciência de dados, políticas públicas e governança sustentável, garantindo que as demandas da sociedade sejam estruturadas sob rigor metodológico. Outras propostas priorizadas da etapa “Legado Kofi Annan” Além do fortalecimento do MRESG, a mobilização social na etapa livre validou outras iniciativas essenciais para a governança de dados e sustentabilidade no país: SICV Brasil: reconhecimento do Sistema de Inventário de Ciclo de Vida como plataforma nacional de dados sustentáveis. Conselho Permanente de Alinhamento: consolidação do órgão de parametrização entre práticas ESG e os ODS. Dia Internacional do ESG: reconhecimento do dia 8 de abril como data oficial para o Desenvolvimento Sustentável. Educação para Sustentabilidade: incorporação do ESG como instrumento de prosperidade e formação educacional. Casos Práticos (Cases de Sucesso): valorização de implementações reais da agenda ESG como mecanismos de aceleração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O avanço dessas propostas rumo à etapa nacional da Conferência dos ODS reafirma o valor da inteligência de dados, da análise contextualizada e do desenho de políticas públicas robustas como fundamentos para a transformação sustentável contemporânea. -
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A Lagos Data Intelligence marcou presença no Big Data & AI Brazil Experience 2025, um dos maiores eventos da América Latina sobre inteligência artificial, análise de dados e inovação. Durante o evento, a equipe participou de painéis e palestras que abordaram a transformação da análise de dados com IA conversacional, o papel da modelagem estatística em cenários complexos e os novos caminhos da liderança em dados. A participação reafirma o compromisso da Lagos com a interseção entre tecnologia, ciência de dados e tomada de decisão estratégica. IA conversacional transforma análise de dados em mídia e marketing Acompanhamos o debate sobre IA conversacional em dados de mídia e marketing, com foco nos desafios de atribuição, tagueamento e integração interdisciplinar. A discussão trouxe pontos técnicos relevantes sobre a necessidade de dados consistentes para garantir a eficácia de modelos estatísticos aplicados a campanhas de mídia e marketing. Uma das painelistas, destacou a complexidade da atribuição, inclusive em ambientes de aplicativo, e os impactos negativos causados por falhas em UTM e jobs automatizados. Ela também ressaltou o uso de Looker com Turbo AI e GA4 como ferramentas que viabilizam análises conversacionais, facilitando a identificação de quedas de conversão e otimizando a resolução de problemas relacionados a tagueamento. Outra painelista apresentou a aceleração das análises qualitativas e quantitativas nos últimos dois anos com IA, citando ferramentas como Gemini, Ognote e Notebook, que têm ampliado a capacidade de síntese e produção de entregas como infográficos e relatórios multimodais. Já outra participante chamou a atenção para a mudança no papel do analista de dados, que agora precisa articular conhecimentos de produto, UX e negócios para gerar valor em um ambiente onde os insights estão cada vez mais automatizados. O uso extensivo de ferramentas como Canva AI e Notebook evidencia essa transição. Modelagem estatística como ferramenta crítica diante da IA A palestra sobre Modelagem Estatística vs. IA e Aplicações Práticas, que contrapôs as capacidades de predição da IA com os recursos de inferência, interpretabilidade e quantificação de incertezas fornecidos por modelos estatísticos. Três casos práticos exemplificaram essas aplicações: Melhoramento genético em plantas e animais com modelagem de correlação genética e variáveis aleatórias genotípicas; Teoria de Resposta ao Item no ENEM, com variáveis latentes e estimativas de habilidade (teta); Ensaio clínico sobre depressão, combinando dados funcionais (curvas de EEG) e dados escalares (sexo, cronicidade). A palestrante ressaltou que dados censurados, amostras pequenas e estruturas de correlação complexas demandam modelagem estatística, pois muitas dessas situações não são bem resolvidas apenas por algoritmos de IA. Além disso, reforçou a importância da reprodutibilidade e da atuação humana para interpretar e validar resultados. Liderança em dados e o impacto da IA generativa O painel sobre Liderança em Dados e IA Generativa contou com a participação de líderes de empresas como Grupo Boticário, iFood e Hotmart. A conversa abordou as mudanças no papel do líder de dados em um cenário impactado por IA generativa, como dashboards interativos e automação de QA de produto. Uma das palestrantes defendeu a necessidade de tratar dados como produto, com foco em resolver dores reais de negócio. Outra argumentou que a liderança deve gerenciar a ansiedade da equipe diante da IA, promovendo aprendizado prático e contínuo. E outra painelista completou destacando que a liderança se mede pelo sucesso do time, não por entregas individuais. A IA foi apresentada como aliada para aumentar a eficiência, criar novos produtos de dados e apoiar o desenvolvimento da equipe. O uso de ferramentas como ChatGPT, pipelines automatizados e agentes de apoio já é realidade em empresas líderes. Produtos de dados: mais do que dashboards Especialistas de empresas como Itaú e Netflix discutiram o que caracteriza um produto de dados e como ele pode escalar valor para o negócio. Foram apresentadas três categorias: Data as a Service: dados brutos por API; Data Products: dashboards e relatórios automatizados; AI Products: modelos de machine learning como motores de recomendação. A discussão reforçou que um produto de dados precisa ser útil, utilizável e utilizado e que a governança, qualidade e reuso são elementos essenciais para evitar soluções ineficazes. A medição de sucesso envolve tanto métricas técnicas quanto de negócio, como aumento de receita e redução de custos. Storytelling com dados e o futuro da profissão Em outro momento do evento, duas painelistas abordaram o storytelling com dados. Elas destacaram que dados isolados não geram valor sem contexto e que o verdadeiro diferencial está na capacidade de criar narrativas coerentes para orientar decisões. Mais de 80% das empresas já usam IA ou dados, mas poucas conseguem extrair valor real. A análise de dados deve estar presente em todos os níveis da organização, do estratégico ao operacional. Reflexão sobre IA, ética e futuro Fechando a participação da Lagos no evento, trouxe uma reflexão crítica sobre IA, ética e o risco da recursividade. Foi discutido como modelos treinados em dados gerados por outras IAs podem entrar em colapso informacional, prejudicando a diversidade de resultados. O alerta sobre o papel humano na curadoria, imaginação e decisão estratégica foi central. A palestrante propôs que, para evitar um futuro dominado por automatismos, é necessário preservar a autonomia criativa e a responsabilidade ética. -
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A Lagos participou do “Observe Summit 2025” em Los Angeles, um dos maiores encontros internacionais dedicados à cultura digital, comportamento social e futuro da Social Intelligence e do Social Listening. Representada por Bárbara Silva e Irma Corado, a equipe mergulhou em dois dias de debates que reuniram líderes e especialistas de empresas como TikTok, Disney, Uber, Hershey’s, Lenovo, Paramount, Starbucks, Nestlé, Weber Shandwick, Hootsuite e The Social Studies Group. O evento reforçou por que o Observe Summit se tornou uma das principais referências globais para quem trabalha com análise de dados de redes sociais, tendências culturais e estratégias orientadas por comportamento. Para a Lagos, participar do encontro significa acompanhar de perto a evolução das metodologias e das tecnologias que moldam o mercado e impulsionam decisões mais inteligentes para empresas e governos. Insights que marcaram a participação da Lagos no Observe Summit 2025 Durante o evento, temas essenciais para o futuro da cultura digital foram discutidos em painéis que conectaram tecnologia, comportamento, social listening e social intelligence. Entre os destaques acompanhados pela equipe Lagos, estiveram: Fandoms e cultura digital As conversas mostraram como comunidades organizadas moldam narrativas, impulsionam engajamento e transformam a forma como as audiências se relacionam com marcas, instituições e conteúdos. Foresight aplicado e leitura antecipada de tendências Especialistas apresentaram métodos de análise para identificar sinais culturais antes de se tornarem pauta. Essa abordagem se tornou ainda mais importante em um cenário em que velocidade, ruído e desinformação influenciam decisões estratégicas. Análise de vídeos como inteligência estratégica Os painéis destacaram por que os vídeos virais continuam sendo uma das principais fontes de insights sobre comportamento coletivo e como esses sinais podem orientar estratégias competitivas. Humanos e IA Uma discussão central do Summit foi a importância da inteligência humana como ferramenta fundamental para manter a inteligência artificial contextualizada, ética e alinhada à realidade social. A frase de Aadil Mohamed ecoou ao longo do evento ao reforçar que a inteligência artificial só gera valor quando serve às pessoas. Ecossistemas culturais e competição estratégica Em vez de olhar apenas para personas, a leitura de ecossistemas culturais foi apresentada como chave para compreender repertórios coletivos, identificar tensões e impulsionar a diferenciação competitiva. Futuro da profissão em Social Intelligence Foram discutidas as habilidades emergentes para atuar em um campo que exige domínio de cultura, tecnologia, metodologia e leitura social integrada. Presença da Lagos no Observe Summit 2025 sinaliza alinhamento com tendências globais para empresas e governos Ao participar do Observe Summit, a Lagos reforça seu compromisso com metodologias globais, análises robustas e aplicação estratégica da inteligência social. A imersão no evento fortalece áreas essenciais para os projetos da empresa, como: análise e interpretação de dados de redes sociais; relatórios inteligentes; social listening aplicado a decisões estratégicas; leitura de cultura digital e tendências; comunicação pública e institucional baseada em evidências; insights competitivos para marcas. Trazer esses aprendizados para o Brasil significa oferecer ao mercado público e privado uma visão atualizada sobre comportamento social e cultura digital, com metodologias capazes de transformar dados em decisões mais inteligentes. -
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A transformação digital na comunicação política, pública e institucional ganhou um novo capítulo com o 2º Fórum Persona Summit – Comunicação Política e Institucional com Estratégia, realizado em Natal (RN) no Praiamar Arena. O evento, promovido pela Persona Marketing, empresa do Grupo Fácil Comunicação, reuniu especialistas de todo o país para discutir os caminhos e desafios da comunicação estratégica em um cenário cada vez mais orientado por dados, tecnologia e inteligência artificial. O que foi o Persona Summit 2025 Com mais de 20 palestras e painéis, o Persona Summit abordou temas que atravessam toda a cadeia da comunicação contemporânea: do marketing político e gestão de crise à prestação de contas dos mandatos, passando por tráfego pago, IA aplicada, comunicação governamental, assessoria de imprensa e pesquisas quantitativas e qualitativas. Entre os debatedores e palestrantes estiveram nomes como Bruno Hoffmann (CAMP), Fred Perillo (MG), Gisele Meter (PR), Marcello Natale (SC), Nani Blanco (RO) e Lucas Pimenta (SP). Também participaram gestores públicos e representantes de câmaras municipais e tribunais regionais eleitorais, o que reforçou o caráter transversal do encontro entre comunicação política, institucional e governamental. Organizado pela Persona Marketing, que há 23 anos atua no mercado de comunicação integrada e acumula 45 campanhas eleitorais vitoriosas, o evento contou com apoio do CAMP (Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político). Lagos no Persona Summit: dados que revelam a comunicação dos governos estaduais A Lagos marcou presença no Persona Summit com a apresentação do relatório O Brasil que Comunica, um estudo inédito que analisou 136,9 mil publicações feitas por 27 governos estaduais em cinco redes sociais. O relatório oferece uma radiografia detalhada da comunicação pública digital brasileira, com base em dados coletados durante o ano de 2024. O levantamento mostrou que Cultura e Turismo lideram as pautas governamentais nas redes, enquanto temas como Relação com Legislativo e Judiciário ainda são pouco explorados. Em termos de plataformas, o X/Twitter mantém-se como principal canal, com 55,4 mil postagens, seguido por Instagram, Facebook, YouTube e TikTok — este último ainda ausente em quatro estados. Quando observados os territórios, apenas 34% dos municípios brasileiros foram mencionados nas redes dos governos estaduais. No entanto, o Nordeste se destacou com 39% dos municípios citados, um índice 5 pontos percentuais acima da média nacional. Esses números reforçam a importância de compreender a distribuição da atenção digital e de construir estratégias de comunicação que dêem visibilidade equilibrada aos territórios e às pessoas. Comunicação pública baseada em dados Os painéis e debates do Persona Summit confirmaram uma tendência: comunicar é mais do que publicar. É entender o público, analisar dados e transformar informação em diálogo estratégico. Foi com essa visão que a Lagos apresentou como dados públicos podem ser convertidos em conhecimento acionável, apoiando governos e instituições na tomada de decisões informadas. Um novo olhar para a comunicação política e institucional O Persona Summit consolidou-se como um ponto de convergência entre estratégia, dados e inovação. O evento apresentou insights sobre como a inteligência de dados e as novas tecnologias estão moldando a forma como governos e instituições se comunicam com seus públicos. Para a Lagos, estar presente foi mais do que representar a marca. Foi reafirmar o compromisso com uma comunicação pública baseada em evidências e em inteligência analítica. Acreditamos que o futuro da comunicação está na união entre dados, propósito e narrativa — uma combinação que gera impacto real na forma como as instituições se conectam com a sociedade. Lagos: dados que transformam comunicação em estratégia A Lagos transforma dados públicos em conhecimento estratégico. Através da criação de relatórios analíticos e mapas de presença digital, ajudamos empresas, governos e instituições a compreenderem seu impacto, identificarem oportunidades e planejarem ações com base em evidências concretas. Os relatórios produzidos pela equipe da Lagos — como O Brasil que Comunica — são ferramentas essenciais para monitorar resultados, entender o comportamento digital e otimizar a comunicação pública em escala nacional. No Persona Summit 2025, reforçamos nossa missão: dados não são apenas números, são histórias que orientam decisões e fortalecem conexões. -
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Politics & Sustainability ESG Thermometer in the National CongressWe mapped more than 1,700 bills currently under discussion in Congress that directly impact Brazil’s environmental, social, and governance future.A total of 360 environmental bills, 1,300 social bills, and 74 governance bills were analyzed in detail. This report was developed in partnership with Nação Consultoria and shows how the Legislative Branch is shaping the ESG landscape in the country.Want to understand how these proposals can affect your business, investments, and society? Read the full report!➡️ Politics and Sustainability ESG Thermometer in the National Congress -
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O maior prêmio de Relações Institucionais e Governamentais do Brasil A Lagos foi reconhecida com o Prêmio Marco Maciel, concedido pela ABRIG, na categoria RIG em Organização Privada ou Mista. Trata-se da maior premiação de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) do Brasil, que destaca cases de impacto e referência no setor. Instituído em 2017, o Prêmio Abrig Marco Maciel: Diálogo, Ética e Transparência nas Relações Público-Privadas já reconheceu mais de 100 cases de sucesso, consolidando-se como uma das principais iniciativas para valorizar práticas baseadas em ética, transparência, diálogo e responsabilidade social. Nosso case vencedor: Política e Sustentabilidade O case vencedor da Lagos foi o relatório “Política e Sustentabilidade: Termômetro ESG no Congresso Nacional”, que analisou: Mais de 1.500 proposições legislativas; O posicionamento de parlamentares nas redes sociais; Os avanços regulatórios ligados aos pilares Ambiental, Social e de Governança (ESG). Esse trabalho reforça o compromisso da Lagos em transformar dados em inteligência, fortalecendo a democracia e apoiando relações público-privadas mais responsáveis. Sobre o Prêmio Marco Maciel O Prêmio Abrig Marco Maciel foi criado em 2017, em comemoração aos 10 anos da ABRIG. Desde a primeira edição, realizada em 2018, já reconheceu mais de 100 cases de sucesso em diferentes categorias, contemplando organizações públicas, privadas, mistas, entidades da sociedade civil e movimentos sociais.